Maria Zilda Bethlem criou um programa de entrevistas no Instagram para conversar com amigos e colegas de trabalho. Praticamente sem nenhum filtro, a atriz costuma deixar os convidados bem à vontade para conversar sobre qualquer assunto. No entanto, as lives despretensiosas acabam gerando polêmicas.

Diversos atores como Ary Fontoura, Raul Gazolla, além de artistas novatos, foram alvos de comentários da ex-global de 66 anos. 

Uma das declarações recentes envolveu Maitê Proença. Durante uma entrevista com Carolina Ferraz, apresentadora do Domingo Espetacular, Maria Zilda disse que a colega só faz lives pagas. “Acho muito difícil porque a Maitê gosta muito de dinheiro. Inclusive, ela só faz live se pagarem”, declarou, surpreendendo Carolina. “Não estou criticando, nem julgando. Ela tem o direito. Cada um faz o que gosta da sua vida. Esse é um direito que ninguém pode te tirar”, explicou em seguida. 

Em outra de suas lives, ela também contou sobre uma conversa que teve com Ary Fontoura. O suposto diálogo aconteceu quando trabalharam juntos pela primeira vez na novela Nina, em 1977. De acordo com Maria, o colega revelou ser homossexual. Para a jornalista Fabíola Reipert, do quadro A Hora da Venenosa, da Record TV, pessoas próximas a Ary negaram a declaração. Elas disseram que a atriz poderia estar sem assunto nas lives e que, por isso, falou sobre o colega. 

A veterana também falou sobre si mesma nas lives. Em conversa com Raul Gazolla, disse que nunca foi fã de beijo técnico. Na mesma entrevista, elogiou o bumbum do ator e afirmou estar “recolhida” no quesito relacionamentos. 

Problemas com atores mais jovens

Maria Zilda tem uma vasta coleção de atuações em novelas, tendo vivido o seu auge nos anos 1980. Das diversas interpretações que já fez, as mais marcantes são: Verônica de Vereda Tropical (1984); a Vânia Guerra dos Sexos (1983) e a Léa de Caras & Bocas (2009).

Sua última novela foi Êta Mundo Bom!, em 2016. Atualmente, a atriz diz que cansou de fazer as produções porque não suporta a nova geração. “Os jovens que trabalhavam ficavam fazendo Snapchat no celular durante a gravação. Em dia de cena, eles não estavam nem aí. Aí, quando chegava a hora de gravar, eles perguntavam para mim: ‘Onde eu fico, hein?’ e ‘O que eu falo mesmo, hein?’”, conta em uma de suas lives.

Ela contou que era bastante direta ao conversar com os novos atores: “Eu dizia: ‘Acho que você deveria ficar em casa’”. Maria Zilda chegou a participar de outras produções audiovisuais como a série Magnífica 70, da HBO, em 2018. Em 2019, atuou em Chuteira Preta, da mesma produtora.

Sobrou até para a Globo

A emissora carioca não fugiu da língua afiada de Maria. A atriz citou, em live com a colega Elizângela, que a Globo tinha uma empresa na América Central para intermediar a venda das reprises dos folhetins, e isso implicou em valores reduzidos repassados para os elencos. Além disso, ela e Elizângela falaram que recebiam “esmolas” pelas tramas reprisadas na TV paga.

O Notícias da TV procurou a Globo para questionar se em algum momento houve uma empresa na América Central para negociar a venda de programas. “A Globo não vende as novelas através de empresas com sede no exterior”, explicou ao site. Sobre as reprises, a emissora afirmou que “efetua todos os pagamentos referentes aos direitos conexos”.

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